sexta-feira, 23 de março de 2012

auto-avaliação


Falo muito mais devagar, de forma mais pausada e perceptível, sem o ritmo acelerado que me é tão habitual, quase 'imagem de marca'. Mais serena e consistente... mas deixei de sorrir. De facto, a televisão não engana.

duas grandes verdades logo de manhã cedo





quinta-feira, 22 de março de 2012

mais do mesmo


Cada vez tenho menos paciência para as quintas-feiras. E se era dia que antes gostava, ah pois gostava! Estou cansada de stresses e farta até à medula de muito do que acontece. Salve-se a certeza de que amanhã estarei de disposição renovada... e a achar que a próxima quinta será diferente desta. Que nunca é. Mas o meu optimismo por vezes tem o seu quê de ingénuo.

quarta-feira, 21 de março de 2012

desejo de final de tarde


Agora apetecia-me um croissant....

dois


A distância não é fácil. Mas há dificuldades que se conhecem em teoria. E outras que se vivem na prática de todos os dias. Que se sentem na pele e no que vai cá dentro. A distância aproxima e afasta, simultaneamente. Leva-nos a um esforço contante para estarmos mais perto do outro, como que a tentar enganar o oceano que nos separa. Mas também afasta pelas dúvidas que cria, pelas incertezas que levanta, pelo receio, por trazer sempre os nervos à flor da pele, pelo desejo cada vez mais premente de a fazer desaparecer. Se ninguém está garantido a dormir do outro lado da mesma cama, muito menos está com cinco mil milhas de separação. Não é fácil não sentir o toque e o cheiro. Viver a ouvir aquela voz que tanto se quer através de um telefone.

Mas no final: quando duas pessoas querem, conseguem. E acaba por ser apenas isso que importa. Por muito doloroso que seja, encontra-se sempre forma de ir vivendo os dias (que parecem anos inteiros), de alimentar sonhos, de continuar projectos. Manter uma relação à distância não é fácil - e só é gerível quando há uma temporalidade definida e um 'viveram felizes para sempre', um (literalemente) ao lado do outro, no horizonte. É um desafio que fortalece, que aproxima, que cria solidez. Não é garante de nada, a não ser da vontade humana. E de como esta nos continua, todos os dias, felizmente, a surpreender.

sobre conversas complicadas para o fim-de-semana


Com 33 anos, por vezes, descobrimos que ainda temos medos de criança. Escondidos, que tentamos ignorar. Mas quando olhamos ao espelho e a imagem nos traz de volta a realidade, e ao mesmo tempo nos soam campainhas na consciência, é sinal que nunca é tarde para enfrentarmos o que nos incomoda. Porque agora já podemos.

é tão isso mesmo!

(little) bits of happiness


Avenue of the Americas (6th Avenue)


5th Avenue

Rockefeller Center

Brooklyn Bridge

Manhattan (Financial District)

Coney Island

Atlantic City

MoMa

terça-feira, 20 de março de 2012

mood of the day

 
Happy as a spring day! Depois ouvidas todas as partes interessadas, depois de colocadas todas as questões em cima de mesa, dissiparam-se as dúvidas. A decisão está tomada. Now... let's do it!

sexta-feira, 16 de março de 2012

estado de espírito


Exausta de chorar em aviões e aeroportos. De fazer viagens que não quero. De horas infindas a voar para onde não me apetece ir. Quando o que queria era ficar. De quase 48 horas sem dormir. De ir entrar daqui a pouco numa casa vazia. E por hoje é tudo.

quarta-feira, 14 de março de 2012

terça-feira, 6 de março de 2012

entretanto....


Fui a Atlantic City num Mustang GT 500. Fiquei na suite do 43o piso do Trump Taj Mahal. Fui mimada até à exaustão. Melhor seria impossível para comemorar o meu aniversário. Happy 33 to me.

segunda-feira, 5 de março de 2012

home is where the heart is


E nós andamos à procura da nossa. So far, so good. Resta saber quanto vai durar no entretanto até um dia entrarmos porta adentro, para o nosso espaço, para a nossa vida ser um bocadinho mais nossa. Hope it won't take too long. Porque cada dia de incerteza é mais difícil que o anterior quando se gosta à séria.