Não há melhor do que acordar, depois de uma noite de pesadelos, em que o mundo parecia que ia acabar dentro da minha cabeça, intercalados com uma trovoada imensa, que desabou sem apelo nem agravo. Nada como muito cafezinho para acordar... (e felizmente só 'tenho' de voltar a adormecer daqui a várias horas.)
sexta-feira, 29 de abril de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
depois de 12 horas seguidas de trabalho...
... e que prometem continuar, só dá mesmo para pensar na minha cama maravilhosa, e num belo chá antes de adormecer. Com torradas. Não quero mais nada. Só que esse pequeno pedaço de paraíso chegue depressa esta noite.
terça-feira, 26 de abril de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
a última noite
Há filmes que dão que pensar. Que levantam questões. Que nos fazem questionar aquilo em que nós próprios acreditamos. Até que ponto as nossas atitudes estão em conformidade com o que exigimos aos outros. A 'Última Noite' é um desses filmes - vários pontos acima do mítico 'Closer'.
Será mais comprensível uma traição 'previsível' ou aquela que acontece por mero acaso, sem que nada fizesse prever? E é pior trair só porque a monogamia e a estabilidade de uma relação não apagam a curiosidade de sexo com outro ou trair quando nos deitamos todos os dias ao lado de uma pessoa a pensar em outra? E mesmo que sejamos defensores da fidelidade será que isso significa que nunca vamos trair? Ou que já estamos a trair, mas que como é apenas dentro da nossa cabeça, então não conta? E o que leva duas pessoas a continuarem juntas? E porque é que por vezes preferimos o estável quando o nosso coração e a nossa cabeça já estão claramente noutro lado? E porque é que insistimos em manter acesas paixões que não levam a lado nenhum, que só fazem sofrer... só porque nos dão a ilusão de que assim permanecemos 'vivos' apesar de todas as decisões que não temos coragem de tomar por nós mesmos?
Não tenho resposta para todas as perguntas. Nem sei se as minhas respostas me satisfariam a mim mesma se fossem outros a dar-mas. Sei apenas que as relações entre as pessoas são complexas. Profundas. Cheias de pormenores e cantos por explorar. Que uma pessoa pode ser diferente para várias. Que as relações são todas diferentes na sua unicidade e que a nossa busca de um modelo é infrutífera por isso mesmo. Já fiz coisas que sempre achei que nunca faria. Já tomei decisões que achava que nunca teria coragem. Já chorei. Já traí. Não sei se fui traída. Já escondi. Já tentei dar o meu melhor. Já me encantei e já me desludi. Mas, acima de tudo, já aprendi a aceitar que é assim. E cada nova pessoa, cada nova tentativa de relação, é como começar do zero. O que tem os seus encantos. Se continuarmos a acreditar em finais felizes.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
pensamento de final de tarde
Adoptei um novo lema... em relação a certas coisas (que não vou especificar agora): when you got nothing, you nothing to loose. E a partir daí é tudo tão mais divertido e menos stressante. Pensando bem: há coisas que devem mesmo ficar como estão, senão é capaz de dar para o torto.
pronto apetecia-me
Muito. Assim mesmo muito. Mas acho que o melhor mesmo é continuar sossegadita onde estou... a beber água.
terça-feira, 19 de abril de 2011
desculpa, eu tentei...
Mas não está em mim. Eu sou como o meus 'manos'. E esta tarde percebi isso. Chega. Agora vai ter que ser nos meus termos. Como eu quero. Já te disse que o único 'homem' na minha vida é o meu pai. É a tal conversa dos jogos de poder nas relações. Cansei-me. Desculpa.
...
Meu querido L., neste momento qualquer conversa contigo vale um milhar de muita coisa dentro de mim. Dás-me paz. Fazes-me olhar para o mundo de outra forma. Com outros olhos. A amizade não se agradece, mas a tua forma de ser comigo enternece-me.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
ando viciadíssima
Na música desta senhora - Adele - que, a meu ver, tem uma voz absolutamente fenomenal, sobretudo nesta canção - Rolling in the Deep. Oiço over and over again até enjoar.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
conversas de amigas
Ao café com uma amiga:
"Se ele está contigo é porque gosta de ti. E de estar contigo. Independentemente de terem ou não uma relação nos formatos que tu meteste na cabeça. Se quisesse estar com 'ex' estava. E não estava contigo. Aqui o que tens de entender, é que ele percebeu que até pode gostar dela como pessoa, mas não como namorada e, se não acabaram a discutir, é natural que sejam amigos. E, por muito que te custe, ela vai continuar a recorrer a ele por tudo e por nada, pelos menos nos próximos tempos. Ou até saber que tu existes. Se ele te diz que não se passa nada entre eles nem se vai passar, se nunca te deu motivos para duvidares da sua palavra, tens de acreditar nele. Não o podes julgar a quente, por impulso, com base nas tuas experiências do passado. Acredita nele. Respira fundo. Diverte-te. Deixa lá a 'ex' que, no meio de tudo isto, acabou por ser a enganada, quando vocês os dois se conheceram e se envolveram, não é?"
É. Eu sei. Porque é que tudo isto é sempre tão óbvio aos olhos dos outros e não aos meus? Porque é que nos últimos tempos parece que as pessoas têm de me 'dizer o óbvio' porque me sinto míope de discernimento?
quinta-feira, 14 de abril de 2011
london boulevard
(suspiro)... (suspiro)... (mais suspiro)... (grande sorriso)... Parece que estreia hoje por cá o último filme do Colin Farrell. Este sim, é rapazinho para me levar ao altar num piscar de olhos. Já sabem que eu não resisto a cabelos rapados e tatuagens... (suspiro)... (gargalhada adolescente)
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