quarta-feira, 27 de junho de 2012
ainda 'in between'
Promiss to be back in a few days. 'Till then, writing obsessively on 'the other one'. I'll tell you where later on.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
sempre para a S.
Não há palavras, nem nunca haverá. Que descrevam o suficiente de certas amizades. Como a nossa. Porque as palavras ficam-se pela metade. Quando o todo é incomensuravelmente maior. Muito maior.
o outro lado de tudo
E depois tudo muda. Quando a porta da rua se fecha.
Quando a realidade transitória fica lá fora.
E somos só nós os dois.
Tudo faz sentido. Todas as peças encaixam.
Sobretudo em noites de verão. Com boa música e um bom copo de vinho.
E ele. Sobretudo com ele.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
now... in America
Eu ia. E vim.
Muito há para contar. Para dizer. Para escrever. Demasiado.
Mas ainda não consigo.
Ainda estou a tentar acertar a minha vida. Numa mudança que nem eu sabia a dimensão.
Já comecei do zero uma vez, não por escolha minha.
Agora começo esse caminho novamente, mas porque quis.
É mais fácil, mas não deixa de ser complicado.
Onde estou sinto-me em casa, porque estou com a pessoa que quero, mas sinto-me desenraizada porque ainda não estou no local certo. E este não me deixa respirar. Não me deixa escrever. Não me deixa pensar. Como se me sugasse toda a energia. E me obrigasse a dizer a mim própria 'basta'. Este é apenas o ponto inicial de passagem. E todos os dias o digo.
Todos os dias sei que fiz a escolha certa. Estou com o homem da minha vida... mas não ainda onde queremos. E eu sei que aos poucos me vou reencontrar. E integrar.
Falta pouco menos de dois meses para todas as peças do puzzle começarem a fazer sentido.
É como se estivesse num 'estágio intermédio', que quero apagar e esquecer.
Que fiquem algumas certezas: vim, pois vim. Com a vida metida em duas malas, mas vim. Que estou muito feliz quando ele está. Mesmo ao pé de mim. Que o difícil na vida foi dizer a uma pessoa, duas vezes, que estava condenada... por isso Newark é apenas um ponto de passagem. Com NYC mesmo aqui ao lado.
terça-feira, 22 de maio de 2012
o ir... e os outros
Eu sei.
Eu sei que custa a quem me é próximo ver-me ir embora.
Mesmo que saiba que vou para ser feliz.
Não entendo, no entanto, o espanto de verem o dia da partida chegar e se mostrarem surpreendidos por eu ir. Mas que queriam que fizesse? Que desistisse a meio? Depois de ter deixado o carro a casa e o emprego? Como se andasse a brincar ao 'mudar de vida'? Transcende-me.
Transcende-me mas sorrio. Opto por sorrir e nada mais. Porque tanta incredulidade chega a ser chocante.
Porque sofrem porque gostam de mim e me preferiam perto.
Mas não pensam, não sabem, não entendem, não sentem o que é estar longe do homem da minha vida. Há demasiado tempo.
Por isso não percebem a urgência de ir. Em que cada dia a mais não é apenas um dia, é um ano.
done
Hoje foi um dia de trabalho intenso no jornal... (a escolher convites de casamento)... mas a olhar muito séria para o ecrã do computador como se estivesse à beira de escrever o Pulitzer. Ah pois foi.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
cansada...
Cansada da inveja alheia.
Cansada por ter percebido o 'outro lado' da natureza humana de pessoas muito próximas.
Cansada porque não gostei.
Cansada de proximidades absurdas.
Cansada de quem não assume o que diz e faz.
Cansada.
E desiludida também.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
vestido de noiva?
Escolhido! É exactamente aquele. Agora vamos ao mais complicado.... os sapatos.
(E não... não tem rigorosamente nada a ver com o desta foto)
sexta-feira, 11 de maio de 2012
sobre as chegadas nos aeroportos
Todos os dias imagino. O dia. A hora. O momento.
Em que levantar os olhos e te vir.
À minha espera no aeroporto.
terça-feira, 8 de maio de 2012
fiesta
Comecei por achar que não queria fazer nada, a não ser meter-me num avião e ir. Não que esquecesse quem fica, mas dizendo apenas 'até já', sem necessariamente o dizer, para doer menos. Agora sei que se o fizesse dessa forma ia doer mais. Ia ficar com o sentimento de ter 'fugido' sem ninguém ver. Sem ninguém perceber.
Porque as despedidas não têm de ser obrigatoriamente más. Porque decidi fechar um ciclo e iniciar outro e, quem me conhece, percebe, respeita e apoia. Por tudo isso sim, quero dizer adeus, e fazer festas de despedida. Porque estou feliz por ir, muito feliz. E não posso fingir que não estou. Nem quero, só para não ferir susceptibilidades.
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