
(all about) my days and diaries
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
na próxima sexta

quarta-feira, 5 de novembro de 2014
sensação de impotência, ao quadrado

Isto a propósito de quê? Começou a andar. E dois dias depois começaram os pesadelos e os medos e o acordar aos gritos várias vezes por noite. Dizem os entendidos que tem medo de cair. Que é o mais profundo do nosso ser a mostrar os seus veios. Pois eu não gosto. Não gosto mesmo nada de o ver assim. Quase possuído de medo. Noites e noites a fio.
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
apetites - parte 2

( crédito foto Still Stars)
terça-feira, 28 de outubro de 2014
ansiedades na bagagem

(crédito foto Isabel Saldanha)
mais do mesmo

totally addicted
eles e nós

Preciso do meu espaço. Do meu respirar. Mas a ambivalência de sentimentos nessas alturas é danada, para não dizer pior. Pareço uma tonta a sorrir para ninguém, a ver, vezes sem conta, o sorriso dele no meu pensamento. O brilho dos olhos. O calor da pele. Vejo, revejo, torno a ver até me fartar, enquanto me tento mentalizar que ser mãe é continuar a ser (sempre) mulher e que tem de haver espaço para não haver filhos, mesmo que já os haja.
Tem de haver espaço para outras descobertas. Outras felicidades. Ou simplesmente outras coisas. Espaço para as saudades que estão sempre lá, mas que sabem tão bem ser sentidas de vez em quando. Espaço para continuar a crescer de outra forma. Senão, nada é saudável. Senão tudo não passa de uma enorme caixa de Pandora, com medos, receios e frustrações recalcados. Com prioridades confundidas. Com uma mescla de tudo e de nada pouco saudável.
Mas continuo a ter muitas saudades do meu cigano manhoso. Charmoso que só ele, com pouco mais de um ano. Teimoso ao limite. Mas dono do sorriso mais lindo e aberto do mundo. Sempre de bem com a vida.
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
sobre sábado à noite
Em cima de um palco, admiro-te. Muito. És outro. Alguém que eu não conheço. Alguém por quem me poderia apaixonar de novo. És outro e não o de todos os dias. Leva como um elogio, nunca como uma crítica. Jamais.
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
que maravilha de começo
Primeiro telefonema 'oficial' no novo cargo...
Eu: Boa tarde, poderia falar com o senhor x?
Interlocutora: Por acaso não pode porque morreu a semana passada.
Tão bom, adoro bases de dados actualizadas!
Eu: Boa tarde, poderia falar com o senhor x?
Interlocutora: Por acaso não pode porque morreu a semana passada.
Tão bom, adoro bases de dados actualizadas!
sobre o tempo e os livros
E, ainda há pouco, quando peguei no livro que comecei a ler e no qual fazia tensões de mergulhar toda a minha hora de almoço, me perguntaram: mas ainda tens tempo para ler? Ah, posso não ter tempo para mais nada, mas para ler tenho sempre. Nem que seja nos intervalos do tempo. Daquele que escasseia quanto tudo o resto ganha primazia. Para as palavras terei sempre tempo. Porque me alimentam a imaginação até mais do que o ar que respiro.
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
o outro lado
É curioso estar do outro lado. Deste lado. Dar (boas) histórias para que os outros as escrevam. Ao invés de ser eu a escrever. Mas faz-me bem. Faz-me respirar. Porque a minha relação com as histórias continua a ser de um amor verdeiramente impossível, desde que elas andem ao meu ritmo e não me submetam aos seus caprichos. Com os livros é diferentes, claro. Esses continuam a ser mesmo só meus.
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
eu e o meu amor, todos os dias
As saudades são imensas. A ânsia de o ter mesmo juntinho a mim. Conto minutos, segundos. Num amor que cada dia descubro mais intenso. Com o qual já não sei viver. Estas duas horas por dia que 'perdi' dele consomem-me de uma forma que nunca imaginei. E sei que o meu bebé sente o mesmo. Pela forma como os olhos brilham quando me vê. Como me estica os braços. Como quase que pula para o meu colo, de onde não quer sair, sob pena de muita birra. Amar é isto. Amar profundamente é apenas uma parte disto. É respirar um novo ar assim que o tenho junto a mim. Só para mim.
novos começos, novos ciclos
Acredito, como sempre acreditei, que boas energias captam motivação, força de vontade e positivismo na vida. Acredito que, quando queremos muito, de corpo e alma, o universo conspira para que o consigamos. Para que os nossos sonhos se realizem e os nossos objectivos se concretizem. Não é fácil. Nem sempre é fácil. Parte de uma energia interna que emanamos aos outros, que terá o seu retorno, mais cedo ou mais tarde.
E foi precisamente o que aconteceu comigo. Depois de uma fase menos boa, que aceitei, de uma fase em que me sentia perdida, e atormentada pelo medo do amanhã desconhecido, foi crescendo em mim uma certeza que tudo iria acabar num final feliz, tal como nas histórias em que ainda acredito. Que iria ter a minha oportunidade, que a iria agarrar, que tudo iria mudar. Outubro seria o início de um novo ciclo.
Assim foi. Surgiu mais cedo do que estava à espera. Com uma janela que não imaginava que se pudesse abrir, mas a verdade é que se abriu, de par a par, para uma nova vida. Para novas etapas e desafios.
E, de repente, o mundo parece mais leve. Mais cheio de sol. Mais acolhedor. Porque dependo de mim e da minha motivação para vencer. Para agarrar esta oportunidade e crescer.
terça-feira, 14 de outubro de 2014
sweet october
In an excellent mood! Mesmo. Páginas que mudam. Energias que se renovam. Os dias parecem os mesmos, mas são totalmente diferentes. Renovados de ar fresco, de novas oportunidades e muita motivação. Das coisas (muito) boas que estão para vir. Sem receios e tremores. Mas com uma ansiedade muito saudável.
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