sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

para manter


Amigo: Nunca te tinha visto de ténis...
Eu: Também nunca me tinhas visto com esta barriga.
Amigo: Mas mesmo os ténis tinham que ter salto.
Eu: Sabes que há coisas que nunca mudam, por mais que o tudo o resto mude.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

'assim você mata o papai"


As 'porcarias' que eu oiço e canto quando tomo banho são absolutamente inacreditáveis... O que vale é que ninguém me ouve...

quem diria...

Esse maravilhoso mundo dos centros de saúde, do qual sempre fugi o mais que consegui... revelou-se hoje uma admirável surpresa, pela simpatia e profissionalismo de médicos e enfermeiros. Quem diria, diria eu há uns tempos...

Passe o facto de se terem enganado três vezes no balcão correcto de atendimento e de ter esperado que uma das recepcionistas acabasse de contar a uma amiga como tinha passado o Carnaval para se dignar a perguntar o que eu queria... correu tudo muito bem. Há que ser dito.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

para não misturar...

our little prince... or princess

... e não obcecar. E porque merece ser um blog independente.
E porque é só meu e do pai.

cinco meses depois...


A vida muda. Pois muda.
Muda para diferente.
Para um diferente nem sempre planeado.
Mas nunca deixa de o ser: a nossa vida.
Em cinco meses muito mudou.
Sem resumos nem balanços. Apenas mudou.
E daqui em diante tudo será diferente.
Para (muito) melhor.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

e hoje sonhei...

... de uma forma tão real, com tudo o que morro de medo de um dia não conseguir. E não, não o confesso a ninguém. E sabia tão bem. Era tão feliz.


quarta-feira, 4 de julho de 2012

quase só nós


A nossa casa está quase. Quase escolhida, por ora. Não é perfeita, mas é um bom começo para nós. Em que podemos ser finalmente nós. Estarmos finalmente os dois. Sozinhos. Em que podemos fechar a porta e deixar o resto do mundo da fora.

(E sim, sim, sim gostei do quarto com janelas mesmo ao estilo Carrie Bradshaw, em que posso escrever à janela. Perfeita para mim. Não preciso de mais nada.)

when it's hot in the city




The girls catch some sun, at the rooftop of a Manhattan building. Uma tarde inesperada. De muito boa conversa. Com um bom vinho branco. A marcar presença na galeria das improbabilidades que me nos últimos meses e aconteceram na vida. E ainda bem.

nada acontece por acaso

Nem há dias que acontecem por acaso. Ou apenas porque fazem parte do calendário. Hoje é um deles. Antes porque era o teu aniversário. Pai. E continuará sempre a ser. Apesar de tudo. Apesar de já não sentir a euforia de o comemorar, mesmo na tua ausência. E me ficar apenas a saudade amarga de não estar mais ao pé de ti, mesmo que tu estejas sempre em mim. Em tudo em mim.
E, é precisamente nestes dias que não acontecem por acaso, que por vezes se colocam alguns pontos finais e se abrem novos ciclos. Nos mais ínfimos pormenores e nas atitudes mais mundanas. Tal como hoje. E não poderia ser decidido senão hoje. Ou não fosse, como tu sempre disseste, o dia 3 de Julho o mais importante do ano.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

ainda 'in between'

Promiss to be back in a few days. 'Till then, writing obsessively on 'the other one'. I'll tell you where later on.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

sempre para a S.

Não há palavras, nem nunca haverá. Que descrevam o suficiente de certas amizades. Como a nossa. Porque as palavras ficam-se pela metade. Quando o todo é incomensuravelmente maior. Muito maior.

o outro lado de tudo

E depois tudo muda. Quando a porta da rua se fecha. Quando a realidade transitória fica lá fora. E somos só nós os dois. Tudo faz sentido. Todas as peças encaixam. Sobretudo em noites de verão. Com boa música e um bom copo de vinho. E ele. Sobretudo com ele.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

now... in America


Eu ia. E vim.
Muito há para contar. Para dizer. Para escrever. Demasiado.
Mas ainda não consigo.
Ainda estou a tentar acertar a minha vida. Numa mudança que nem eu sabia a dimensão.
Já comecei do zero uma vez, não por escolha minha.
Agora começo esse caminho novamente, mas porque quis.
É mais fácil, mas não deixa de ser complicado.
Onde estou sinto-me em casa, porque estou com a pessoa que quero, mas sinto-me desenraizada porque ainda não estou no local certo. E este não me deixa respirar. Não me deixa escrever. Não me deixa pensar. Como se me sugasse toda a energia. E me obrigasse a dizer a mim própria 'basta'. Este é apenas o ponto inicial de passagem. E todos os dias o digo.
Todos os dias sei que fiz a escolha certa. Estou com o homem da minha vida... mas não ainda onde queremos. E eu sei que aos poucos me vou reencontrar. E integrar.
Falta pouco menos de dois meses para todas as peças do puzzle começarem a fazer sentido.
É como se estivesse num 'estágio intermédio', que quero apagar e esquecer.
Que fiquem algumas certezas: vim, pois vim. Com a vida metida em duas malas, mas vim. Que estou muito feliz quando ele está. Mesmo ao pé de mim. Que o difícil na vida foi dizer a uma pessoa, duas vezes, que estava condenada... por isso Newark é apenas um ponto de passagem. Com NYC mesmo aqui ao lado.